MC750 g11's Blog
All about Interfaces…

jul
08

Alice é uma IDE de desenvolvimento de animações com o objetivo de ser o primeiro passo no aprendizado do paradigma de orientação a objeto seja para ensino fundamental, medio ou faculdade. Devido ao seu enfoque ela apresenta várias limitações e restrições quando comparada a uma IDE profissional. Iremos mostrar aqui os pontos positivos e negativos do software.

Pontos Positivos

O software é simples de usar, e ainda possui tutoriais bem desenvolvidos que auxiliam na compreenção das funcionalidades básicas do software, o que nos permite ,após alguns minutos utilizando o programa, desenvolver filmes bem mais complexos com mais objetos e vários fluxos de execução.

Outro recurso interessante são os keytips, que ficam disponíveis quando se coloca o mouse sobre os botões.

Falando do código em si existem muitos pontos positivos, já que o sistema é voltado para iniciantes.

O sistema não permite que parâmetros que estão sendo referenciados no código sejam removidos da aplicação, quando é tenta-se remover, é exibida uma mensagem para o usuário informando onde esse parâmetro está sendo referenciado no código e ainda dá a opção do usuário, remover as referencias, para ai sim poder remover o parâmetro.

O software também não permite erros de sintaxe. Por exemplo, não há como atribuir uma letra em um local onde somente números são permitidos, ou seja, a partir do momento que um novo parâmetro é criado, somente pode ser atribuido para ele valores apropriados. No exemplo a baixo ao tentar atribuir uma string a um tipo inteiro e o sistema não permite que tal atribuição seja feita, e desabilita o botão de Okay

Putra funcionalidade muito interessante, é o fato do sistema disponibilizar informações a respeito do código que está sendo gerado, como quantidade de cada instrução utilizada no código, uso da memória, etc, fazendo com que o usuário a compreenda melhor o seu código e a sua lógica.

Pontos Negativos

A navegabilidade através das funções do sistema é muito restrita e os atalhos são praticamentes inexistentes. O suporte só tem suporte em inglês, o que limita a sua utilização a pessoas sem conhecimento dessa língua.

Os keytips, apesar de ser um bom recurso, possui algumas explicações vagas que, inclusive, atrapalham no entendimento do sistema.

O help não têm um glossário ou índice para os principais comandos e telas do sistema, sendo possível um entendimento do sistema, apenas através dos tutoriais disponíveis.

Algumas funções simples não são atendidas, como a importação de um arquivo .mp3 para usar como trilha sonora, por exemplo. O arquivo é importado mas o som não é reproduzido.

O sistema não possibilita que o usuário tenha uma compreensão global do código gerado, pois não a um modo de visualização que permita ver todas as “classes e métodos” criados pelo usuário.

Um erro crítico é que o software não se recupere de falhas, ou seja, o programa não consegue voltar ao modo de edição do vídeo após um erro na execução do mesmo.

E outra falha importante é que o Alice não exporta filmes em extensão de vídeo, como avi ou mp4 somente em formatos jar (executável de java) e Web page.

jul
04

Não tenho nada contra a Microsoft, inclusive utilizo e gosto de vários de seus aplicativos, a questão é: Hoje em dia a utilização de outros aplicativos em setores que antes eram dominados pela Microsoft está crescendo bastante. Não entrarei nesses detalhes, mas vou falar um pouco sobre o Linux e o que há de novo e interessante neste mercado competitivo que é o de sistemas operacionais.

Como a maioria deve saber, o Linux é considerado por muitos um sistema operacional direcionado a usuários mais experientes, e muitos ainda pensam que para se usar o Linux você tem que saber fazer tudo por linha de comando.

Essa fase do Linux realmente existiu, mas passou faz muito tempo, e sua aceitação vem aumentando cada vez mais.

Hoje vou falar um pouco sobre acessibilidade e usabilidade do Linux e mais especificamente sobre o Compiz, um dos primeiros gerenciadores de janela para o servidor X (ambiente gráfico do Linux) que utiliza Open-GL (aceleração gráfica por Hardware).

Os dois principais ambientes de trabalho para o Linux são o Gnome e o KDE, que são projetos independentes e paralelos, você pode usar qualquer um deles no seu Linux, e cada um deles define como será a interface com o usuário, disposição dos ícones, menus e outras funcionalidades.

Exemplo de tela no Gnome:

gnome

Exemplo de tela no KDE:

kde

Os dois oferecem varias funcionalidades e facilidades para o usuário e, além disso, por terem o código aberto, permitem um alto nível de personalização, e vários usuários/programadores disponibilizam seus trabalhos (que podem ser instalados facilmente através de plug-ins) e até mesmo contribuem no desenvolvimento de novas versões.
Poderia citar varias idéias boas encontradas nesses ambientes, mas vou citar o Compiz-Fusion, que insere uma série de funcionalidades e efeitos nesses ambientes (Gnome e KDE).

Suas inovações vão desde acesso diferenciado e interativo às diversas áreas de trabalho e/ou janelas de aplicativos, até ferramentas poderosas de Zoom para qualquer parte da tela do computador, facilitando a visualização de imagens e textos.

Este vídeo mostra as principais ferramentas do Compiz-Fusion, nele podemos ter uma Idéia de quão poderosa é esta ferramenta.

O vídeo mostra principalmente os incríveis efeitos visuais do Compiz, mas só utilizando mesmo para percebemos o quão poderoso é(e é fácil instalar, nem precisa escrever uma linha de comando, o gerenciador de pacotes faz tudo por conta própria, e várias distribuições como o Ubuntu já trazem o Compiz instalado, bastando apenas ativá-lo para usar). Suas ferramentas além de divertidas facilitam muito a vida do usuário, tornando a experiência com o sistema operacional um pouco mais fácil e muito mais divertida, seus efeitos vão além da beleza, mostram o potencial que o Linux possui tanto nos gráficos quanto na facilidade de uso.

Tanto o Compiz quanto o Linux ainda tem muito que evoluir, a contribuição dos usuários tem sido essencial para construir interfaces mais amigáveis, funcionais e direcionadas à todo tipo de usuário.
Podemos esperar muito ainda, pois todos podem contribuir com o desenvolvimento dessas aplicações. Muitas cabeças pensam melhor do que poucas, cada vez mais as empresas estão disponibilizando o código de seus softwares, justamente esperando mais idéias de várias pessoas diferentes que utilizam o mesmo sistema, podendo assim desenvolver interfaces e ferramentas que serão úteis a todos.

Convido todos que ainda não experimentaram o Linux e/ou Compiz a dar uma chance a eles, vocês podem e provavelmente irão gostar, e é sempre possível dar sua contribuição para a melhora de ambos.

Abraços,

Nikolas Aschermann

jul
03

Como bom anti-linux que sou, eu volto (de novo) à nossa querida Microsoft. Não eu que eu não gosto do Google , longe disso! Já postaram vários posts interessantes aqui, é que eu gosto mesmo da Microsoft (calma, eu ainda uso GMail e não Hotmail !).

Vamos ao que interessa.

No último Encontro de Profissionais de Internet realizado pela Locaweb, acontecido no último dia 17, em São Paulo, a apresentação da Microsoft baseou-se bastante no lançamento do Silverlight 3 e só hoje consegui analisar algumas coisas da nova ferramenta.

2 pontos me chamaram a atenção:

1 – O Deepzoom, que permite ao usuário com o simples rolar do mouse, aproximar e se afastar das imagens. Noooooossa ! Grande coisa né? Qualquer visualizador de imagens consegue dar zoom. Bom, a questão é o que você consegue fazer com isso, se você tiver uma imagem gigantesca no servidor. Quer um exemplo? http://memorabilia.hardrock.com . O legal é que sua banda só é consumida conforme você vai requisitando ao servidor, você não precisa baixar toda a imagem de uma vez só. E, segundo o pessoal da Microsoft, a dificuldade de fazer uma coisa assim é zero !

2 – A possibilidade de linkar. Essa é um “tapa na cara” da Adobe ! Todos sabemos com o Flash podemos fazer coisas muito bonitinhas, mas o que acontece? O Google não indexa. Pois é, se você enfrenta algo assim, parece que seus problemas vão se acabar ! O novo Silverlight permite que você indexe todo o conteúdo. Quer um exemplo disto também? Bom, desculpem as menininhas de família, mas o único que sei é o o arquivo da Playboy. Então, se quiserem entrar (e tiver mais de 18 anos), http://playboyarchive.com/ . Para ver os links, basta ver uma revista e observar o botão “link” no canto inferior esquerdo.

Mais exemplos do que pode ser feito com o Silverlight, acesse www.tinyurl.com/silverlightnaveia

São novas formas de se navegar que vem surgindo por aí, novos tipos de interações com usuários ! Se a moda pegar, creio que venha bastante coisa boa pela frente.

Abs

Erivelton Oliveira

jul
03

Esse post será bem curto. Recentemente tive que abrir uma conta no Banco Real por causa do meu novo estágio, e utilizei pela primeira vez o Internet Banking hoje. Após fazer as operações que tinha que fazer cliquei no botão para sair da página. Ao sair do banco fui redirecionado para uma página totalmente em branco. Nada escrito, nenhuma imagem, nada. Apenas uma página em branco. Perguntei pra outros funcionários que estavam na sala e eles disseram que é assim mesmo. Quando você sai da página da sua conta no banco, o site do Banco Real não da feedback nenhum para o usuário, e nem vai pra página inicial do banco, como outros bancos como o Banco do Brasil fazem. Assim usuários novos ficam perdidos.

Gabriel Nunes Rabello (061011)

jul
03

Essa semana o Google inovou mais uma vez e modificou o sistema de Labels do GMail. Uma ferramenta que sempre serviu para organizar os e-mails, podendo trabalhar junto com os filtros para que uma mensagem já seja colocada nas labels assim que chega, foi melhor apresentada, e facilitou a usabilidade.

Antes as labels tinham alguns detalhes para serem melhorados, não chegavam a ser problemas, mas que poderiam ser melhorados. Por exemplo, elas ficavam em um lugar tão escondido que nem todas as pessoas sabiam que elas existiam. Uma amiga minha virou pra mim no dia do lançamento e disse “Agora o GMail tem pastinhas, que legal…”, o que mostra que essa mudança já trouxe alguma melhora, pois assim como ela, outras pessoas também não sabiam dessa facilidade. Outra melhoria foi para adicionar as labels a um ou mais e-mails. Antes precisava-se clicar em Label e selecionar a label procurada, porém agora é só arrastar a label até o e-mail, ou arrastar o e-mail até a label, ou seja, o que antes era feito com 2 cliques, agora é feito com apenas 1 clique.

google-20090701180115

Uma nova melhoria também foi o fato de agora somente as labels mais usada ficarem a mostra, as outras ficam escondidas, melhorando o visual como um todo, e tornando as labels mais usadas mais fáceis de serem achadas.
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Gabriel Nunes Rabello (061011)

jul
03

Hoje eu gostaria de comentar um pouco sobre um assunto que sempre me fascinou e que ainda hoje consome parte do meu tempo: Jogos Eletrônicos. Não sou um Gamer, na verdade nem tenho tempo pra isso, mas ainda assim tenho como hobbie conhecer e testar tudo que é lançado neste setor. De tempos em tempos eu me sento com a minha sempre crescente coleção e inicio como se fosse uma “seção de degustação”. Neste test-drive de tudo que aparece de novo, não há como não prestar atenção nas diferentes maneiras como os jogos interagem com o jogador.

Dizer que a interface de um jogo é inovadora é quase uma redundância! O que define um jogo e o torna diferente de outro é exatamente a sua interação com o usuário. Interfaces definem tipos, e algumas já se consagraram clássicas no meio dos jogos. Acho que qualquer um que já jogou um jogo da série Winning Eleven (Pro Evolution Soccer) sabe do que eu estou falando! Este é só um exemplo de muitos jogos que se definiram por suas interfaces. Para um jogo fazer sucesso hoje em dias ele tem que impressionar o jogador de alguma maneira. Há pouco tempo usava-se os gráficos para tal efeito. O que aconteceu foi o surgimento de vários jogos lindíssimos, mas que não prendiam o jogador por mais do que uma tarde por serem completamente falhos com relação a todos os seus demais aspectos, sejam eles história, jogabilidade ou criatividade.

Qual é a nova maneira de impressionar? Controle! Não, eu não estou falando de Joystick, eu estou falando de controle do jogador sobre o que está acontecendo! Gráficos já não bastam para se fazer um jogo, agora é preciso que ele apresente grande interatividade de maneira transparente, permitindo que o jogador não perceba a complexidade das ações que ele realiza.

Pensando neste aspecto, eu gostaria de lhes apresentar um jogo em específico que trabalha este conceito de forma maravilhosa. Senhoras e senhores, eu lhes apresento Overlord!

Overlord: Jogo de aventura lançado 2007

Overlord: Jogo de aventura lançado 2007

Ok, ok. Temos que ser sinceros… Overlord não é um jogo tão novo assim. Ele foi lançado em 2007 (Porem Overlord 2 acabou de sair! =D). Nesta época, jogos com belos gráficos ainda estavam no auge, então podemos considerá-lo um tanto inovador.

Neste jogo você está no papel de um senhor do mal e o seu objetivo é reconstruir o seu império maligno. A história é bem simples, mas ela é abordada de uma maneira totalmente cômica, o que a torna perfeita para o jogo. Mas vamos ao que interessa. Como o jogador interage com esse jogo? Bom, o principal modo de “navegação” pelo mundo virtual é o controle do senhor do mal, o anti-herói que você personifica. Os controles não possuem nada inovador e a interface padrão de movimentação ( chamada WASD devido aos 4 botões utilizados) é utilizada para mover o personagem.

Overlord: Personagem principal

Overlord: Personagem principal

Mas o que então esse jogo tem de tão especial? Bom, digamos que seu personagem é um mero observador do que acontece… O objetivo do jogo é controlar algumas criaturinhas que estão sempre ao seu redor.  Algumas?! 50 pra ser mais exato! Os vídeos abaixo demonstram os tipos de interação que essas criaturas têm com o ambiente.

Saquear, quebrar, buscar itens, carregar objetos, mover alavancas, atacar…todas essas ações são realizadas com UM único botão! Sim, UM botão para as 50 criaturas! O jogo foi desenvolvido de maneira que as ações a serem realizadas são identificadas automaticamente dependendo do ambiente! Isso meus amigos, é CONTROLE! Quando a interface é bem planejada é como se o jogo pudesse ler a sua mente e adivinhasse a ação que você deseja realizar. Se existe um item no chão, eu quero pegar um item, se existe um inimigo a minha frente, eu desejo atacá-lo. Pra que eu preciso de mais de um botão para realizar essas ações? Esse jogo me trouxe o botão “Fazer”, e deixou a parte do “fazer o que?” por conta da interface. O resultado foi a maravilhosa sensação de ter controle total sobre o meu exercito de 50 criaturinhas.

Transparência, simplicidade e controle total. Acho que isso resume a interface perfeita para um jogo. Overlord foi o primeiro jogo que conheci que chegou próximo de atingir esses objetivos e posso dizer que por ter sido pioneiro ele cumpriu muito bem essas tarefas.

Bom, por enquanto é só. Quem tiver interesse de conhecer melhor o jogo acesse o site oficial http://www.overlordgame.com/

Rodrigo R. S. C. Chiossi – RA064304

Hoje eu gostaria de comentar um pouco sobre um assunto que sempre me fascinou e que ainda hoje consome parte do meu tempo: Jogos Eletrônicos. Não sou um Gamer, na verdade nem tenho tempo pra isso, mas ainda assim tenho como hobbie conhecer e testar tudo que é lançado neste setor. De tempos em tempos eu me sento com a minha sempre crescente coleção e inicio como se fosse uma “seção de degustação”. Neste test-drive de tudo que aparece de novo, não há como não prestar atenção nas diferentes maneiras como os jogos interagem com o jogador.Dizer que a interface de um jogo é inovadora é quase uma redundância! O que define um jogo e o torna diferente de outro é exatamente a sua interação com o usuário. Interfaces definem tipos, e algumas já se consagraram clássicas no meio dos jogos. Acho que qualquer um que já jogou um jogo da série Winning Eleven (Pro Evolution Soccer) sabe do que eu estou falando! Este é só um exemplo de muitos jogos que se definiram por suas interfaces. Para um jogo fazer sucesso hoje em dias ele tem que impressionar o jogador de alguma maneira. Há pouco tempo usava-se os gráficos para tal efeito. O que aconteceu foi o surgimento de vários jogos lindíssimos, mas que não prendiam o jogador por mais do que uma tarde por serem completamente falhos com relação a todos os seus demais aspectos, sejam eles história, jogabilidade ou criatividade.

Qual é a nova maneira de impressionar? Controle! Não, eu não estou falando de Joystick, eu estou falando de controle do jogador sobre o que está acontecendo! Gráficos já não bastam para se fazer um jogo, agora é preciso que ele apresente grande interatividade de maneira transparente, permitindo que o jogador não perceba a complexidade das ações que ele realiza.

Pensando neste aspecto, eu gostaria de lhes apresentar um jogo em específico que trabalha este conceito de forma maravilhosa. Senhoras e senhores, eu lhes apresento Overlord!

* Logo do Jogo *

Ok, ok. Temos que ser sinceros… Overlord não é um jogo tão novo assim. Ele foi lançado em 2007 (Porem Overlord 2 acabou de sair! =D). Nesta época, jogos com belos gráficos ainda estavam no auge, então podemos considerá-lo um tanto inovador.

Neste jogo você está no papel de um senhor do mal e o seu objetivo é reconstruir o seu império maligno. A história é bem simples, mas ela é abordada de uma maneira totalmente cômica, o que a torna perfeita para o jogo. Mas vamos ao que interessa. Como o jogador interage com esse jogo? Bom, o principal modo de “navegação” pelo mundo virtual é o controle do senhor do mal, o anti-herói que você personifica. Os controles não possuem nada inovador e a interface padrão de movimentação ( chamada WASD devido aos 4 botões utilizados) é utilizada para mover o personagem.

* Imagem do Overlord sozinho *

Mas o que então esse jogo tem de tão especial? Bom, digamos que seu personagem é um mero observador do que acontece… O objetivo do jogo é controlar algumas criaturinhas que estão sempre ao seu redor.  Algumas?! 50 pra ser mais exato! O vídeo abaixo demonstra o tipo de interação que essas criaturas têm com o ambiente.

* video controle de criaturas *

Saquear, quebrar, buscar itens, carregar objetos, mover alavancas, atacar…todas essas ações são realizadas com UM único botão! Sim, UM botão para as 50 criaturas! O jogo foi desenvolvido de maneira que as ações a serem realizadas são identificadas automaticamente dependendo do ambiente! Isso meus amigos, é CONTROLE! Quando a interface é bem planejada é como se o jogo pudesse ler a sua mente e adivinhasse a ação que você deseja realizar. Se existe um item no chão, eu quero pegar um item, se existe um inimigo a minha frente, eu desejo atacá-lo. Pra que eu preciso de mais de um botão para realizar essas ações? Esse jogo me trouxe o botão “Fazer”, e deixou a parte do “fazer o que?” por conta da interface. O resultado foi a maravilhosa sensação de ter controle total sobre o meu exercito de 50 criaturinhas.

Transparência, simplicidade e controle total. Acho que isso resume a interface perfeita para um jogo. Overlord foi o primeiro jogo que conheci que chegou próximo de atingir esses objetivos e posso dizer que por ter sido pioneiro ele cumpriu muito bem essas tarefas.

Bom, por enquanto é só. Quem tiver interesse de conhecer melhor o jogo acesse o site oficial http://www.overlordgame.com/

jul
03

Para continuar com as inovações que a Microsoft vem prometendo, mais um vídeo feito por eles, prometendo revoluções na nossa maneira de interagir com o mundo e as informações:

http://www.officelabs.com/Pages/Envisioning.aspx

Interessante notar que o post abaixo comenta o fato de que há 5 anos atrás não tínhamos noção do que estaríamos vivenciando nos dias atuais. Este vídeo do Office Labs deixa claro que essa é a idéia da Microsoft de futuro:

“Explore some of our concepts for how leading edge technologies might be used in real world settings – such as health care, manufacturing, banking and retail – over the next 5-10 years.”

Esse e outros vídeos/animações publicados pelas grandes empresas, como o do Nokia Morph, mostram que o amanhã converge para os seguintes aspectos:

  1. A interface única, onde um único dispositivo não vai ser só capaz de fazer tudo (os iPhones da vida já quase fazem isso), mas se adaptará especificamente ao que você quer fazer. Por exemplo, se você quer falar com alguém por telefone, o ideal é ter um dispositivo parecido com o celular, mas, se você quer ler as notícias do dia, por que sofrer com as letras pequenas ou ficar dando zoom aqui e alí? Basta transformar seu dispositivo no formato de um jornal. Simples, não? Intuítivo !
  2. A desnecessariedade de termos outro dispositivo “intermediador”, como mouse ou teclado. O iPhone já veio “quebrando tabus”, mas o que vemos no vídeo é muito mais do que isto. Transferir arquivos? Simples ! Pega o arquivo de um computador e joga no outro, com a mão, ué !
  3. Para finalizar, o que vai ligar todos esses dispositivos conectados em todos os lugares possíveis? A Web, nossa querida Internet ! E tem gente que acha que a Internet ainda se resume a um browser !

Are you ready?

Abraços

Erivelton Oliveira

jul
03

O projeto natal é um periférico para o Xbox 360 que revoluciona o modo de se jogar video games, pois quebra todos os paradigmas construidos até hoje de jogabilidade. Para a Microsoft não há mais controles, somente a movimentação do seu próprio corpo, o que é fantástico! A jogabilidade é muito natural e interativa, o que torna o jogo um programa para reunir pessoas e confraternizar. Ao contrário dos velhos controles, que necessitavam de um tempo da adaptação ao mesmo, esse novo jeito não requer adaptação, pois é totalmente natural.

Confira um trailer do projeto:

Para saber mais sobre o projeto Natal, acesse.

Teoricamente, o novo jeito da Microsoft encarar o modo de se jogar video game quebra todos os padrões, o que fere uma heurística de usabilidade, contudo, a nova interface não requer uma nova adaptação, pois os movimentos são livres e espontâneos. E isso é justamente o que torna o projeto tão interessante e atraente.

É inacreditável que há 10 anos atrás, o máximo de tecnologia em video games fosse o PlayStation 1 e hoje temos o projeto Natal com previsão de lançamento para o ano que vem. Era impossível imaginar há 5 anos atrás que teríamos isso hoje. Comparando com o controle do Wii, fabricado pela Nintendo, esse projeto é muito mais inovador, pois conta com uma tecnologia mais avançada, detectando movimentos sem a necessidade de um transmissor específico (Wii Mote).

Agora é esperar anciosamente o ano que vem chegar para podermos jogar e nos divertirmos com o novo jeito de jogar video game da Microsoft. Obrigado Microsoft!!! =)

Abraços,

Victor

jul
01
Querer é poder! E quem quiser agora pode fazer suas aplicações acessíveis para um número maior de usuários.
A conhecida e difundida IDE Eclipse, lançou na semana passada a sua mais nova versão, o Eclipse Galileo. Essa nova versão veio com diversas features novas, mas a que será discutida nesse post é a incorporação de um novo framework ao Eclipse, o Accessibility Tools Framework (ACTF).
O ACTF é um framework que serve como uma infra-estrutura extensível a partir da qual os desenvolvedores podem construir uma variedade de utilitários que ajudam a avaliar e melhorar a acessibilidade das aplicações e conteúdos para pessoas com deficiência. Os componentes do  framework irão funcionar colaborativamente entre si e com outros projetos Eclipse para fornecer um amplo ambiente de desenvolvimento para criar aplicações e conteúdos acessíveis.

Mas o que realmente o ACTF têm de bom?

  • Gerenciar regras de validação e configurá-las baseada em conteúdo, aplicativo ou propósito específico;
  • Validar acessibilidade de HTML, OpenDocument Format, Flash, Microsoft Active Accessibility (MSAA), IAccessible2, e aplicações java;
  • Provê uma representação visual que permiti validar conteúdos de páginas web e aplicações para usuários com deficiência visual;
  • Simular a visão de pessoas que possuem vista cansada, catarata, ou daltonismo;
  • Simular como as apresentações irão aparecer para platéias sob várias condições, tal como em pequenas salas de reunião, auditórios, etc. Os autores poderão confirmar se a platéia consiguirá ou não ler o texto ou ver as imagens de suas apresentações;
  • Fornecer vários tipos de relatórios baseados em resultados de validação, visualização, modelo de dados e eventos;
  • Oferecer componentes reutilizáveis que serão úteis para criar ferramentas de acessibilidade, ex: visualizadores de relatatórios, propriedades, DOM, entre outros;
  • Fornecer descriçoes de áudio e legendas para conteúdo multimídea através de metadados (XML);
  • Permitir que conteúdos multimídia sejam controlados com atalhos até mesmo se o conteúdo não suporte operações de teclado;
  • Fornecer interface para o uso de TTS (text-to-speech) a partir do próprio framework;

E isso é só uma pitada do realmente está por vir!

Faz duas semanas que estou mexendo com esse framework e ele é muito interessante mesmo. A instalação é muito simples e segue o padrão do eclipse. (Mole, mole!)

Na disciplina de Interfaces tivemos muita teoria, mas acabei ficando na vontade quando o assunto foi utilizar o conhecimento conhecido. Eu trabalho com desenvolvimento de intranets para pequenas empresas e pela legislação trabalhistas é obrigação da empresa fornecer condições de trabalho para funcionários que sofrem algum tipo de deficiência.

No começo do ano fiz uma intranet para uma empresa em São Paulo, a Servilogi Telecomunicações. A empresa conta com parte de seus funcionários com deficiência visual e auditiva, de forma que hoje estou adaptando todo o sistema para atender as necessidades desses funcionários. A empresa está pleteando obter algumas certificações internacionais e esse é um dos itens avaliados. Esse framework está ajudando muito nesse trabalho em específico.

Para conhecer um pouco mais sobre esse framework. Acesse o site do projeto.

Uma dica: Vale a pena ler alguns guidelines como o do gnome e do próprio java para abrir um pouco a cabeça a respeito de acessibilidade. Inclusive existe uma linha de pesquisa na própria FEEC sobre sintese de voz, liderada pelo professor Violário! Quem tiver interesse confira!

Abraço

Paulo Roberto (035213)

ACTF é um framework que serve como uma infra-estrutura extensível a partir da qual os desenvolvedores podem construir uma variedade de utilitários que ajudam a avaliar e melhorar a acessibilidade das aplicações e conteúdos para pessoas com deficiência. Os componentes do  framework irão funcionar colaborativamente entre si e com outros projetos Eclipse para fornecer um amplo ambiente de desenvolvimento para criar aplicações e conteúdos acessíveis.

Mas o que realmente o ACTF têm de bom?

jul
01

Mais uma vez o google me surpreende. Não que seja uma grande novidade, mas só agora reparei em algo interessante. Alguns clipes estão acompanhados com legenda e o mais legal é que a legenda estava em português!

Hoje no YouTube podemos encontrar muitos vídeos úteis sobre vários temas. Desde vídeos que ensinam como fritar um ovo até palestras sobre como funciona um reator nuclear. Porém até pouco tempo atrás quem possuia alguma tipo de deficiência auditiva não dispunha de nenhum recurso para assimilar todo o conteúdo disponível. Até mesmo para os usúarios sem nenhum tipo de deficiência, muitas vezes ficavam restritos aos vídeos de sua língua nativa.

Agora, quando você sobe um vídeo para o YouTube, você tem a opção de subir também um arquivo de legenda para o vídeo. É possível incluir legendas em vários idiomas possibilitando que a informação seja acessível para um maior número de pessoas.

Mais interessante ainda foi achar uma empresa que disponibilizou um sistema online para sincronizar a legenda ao áudio de uma forma bem simples. A ONU coloca como prioritário para um mundo mais justo, o acesso a informação. E iniciativas desse tipo além de promoverem a inclusão reduz, de certa forma, a desigualdade ao passo que masi pessoas tem condições de assimilar o conhecimento criado ao redor do globo.

Abaixo tem um vídeo muito legal que fala um pouco dessa nova funcionalidade. (O mudo cantando foi muito boa!!!)

Mais detalhes:

Matéria na íntegra

Easy YouTube Caption Creator

Abraço,

Paulo Roberto (035213)

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